Quantos já não responderam ou pensaram em responder a alguém: " E eu com isso?" Por vezes essa parece ser a melhor fase para responder com descaso, desprezo, superioridade e sentimentos meramente humanos, a fatos consumados de alguém que não muito nos interessa, ou que, porventura, já muito nos interessou.
Quando ouço esse tipo de premissa fico a pensar se no nosso lugar estivesse um DEUS respondendo a alguém com essa frase: "E eu com isso?" Já imaginou o que seria de nós, se não fosse pela graça preciosa e misericórdia infinita que faz com que ELE, Deus, deixe tudo de lado em seu reino celestial para se dedicar a nós, pecadores, traidores, falhos, humanos, etc?
Imaginou como estaria nosso espírito se por intermédio do Espírito dEle não fossemos vivificados, pelo simples fato dEle não se importar conosco, ou estar ressentido, pelas inúmeras razões que Ele até mesmo possui para adotar esse estado?
Em Eclesiastes 3:17, a palavra de Deus diz: "Eu disse no meu coração: Deus julgará o justo e o ímpio; porque há um tempo para todo o propósito e para toda a obra."
O sábio Salomão, em sua 3å idade, escreve o livro de Eclesiastes com porções preciosas acerca da vida. Acredito que ler Eclesiastes para JOVENS seja uma tarefa necessária, apesar de não atraente, visto que lá estão contidas as realidades mais duras da vida. Portanto, meditando nesse breve versículo percebemos que além da soberania incontestável de Deus e seu poder de julgar aos homens e todos os seres viventes, Salomão fala sobre o tempo, e relaciona esse tempo com as obras.... Aqui paira o argumento. Por que falaria ele sobre tempo para toda a obra?
Desde quando nos levantamos até quando vamos dormir, nossa vida é permeada de tarefas e realizações que podem ser chamadas OBRAS. Essas obras podem nos trazer resultados bons, satisfatórios ou ruins, dependendo de muitas variáveis, a começar pela escolha da obra realizada. Contudo, o foco dessa reflexão não paira nas variáveis relacionadas às obras, mas sim ao tempo que temos dedicado a elas.
Creio ser muito comum a todos, na modernidade, a compreensão da palavra ATIVISMO. Não só a compreensão como a participação nessa "nova onda de viver a vida", ou melhor, nas muitas atividades realizadas ao mesmo tempo, para o mesmo dia, a fim de cumprir metas e alcançar objetivos. Entretanto, o ativismo tem nos mostrado que seus resultados não são tão bons.... A depressão, o famoso stress, a síndrome do pânico e todas as outras patologias relacionadas a ALMA são sintomas de uma vida cujo estilo adotado é o ATIVISMO.
Por isso vamos refletir: não seria mais inteligente separar, diariamente, um tempo para as obras ETERNAS, porém invisíveis? Ou talvez, praticar a reflexão acompanhada da renovação quando feita pelo Espírito daquele que nos criou ao invés de sofrer desses males?
O ativismo pode nos fazer pensar: "E eu com isso", tornando-nos indiferentes à presença daquele que, apesar de TER milhões de razões para nos desprezar, escolhe AMAR e OLHAR para cada um de seus filhos e dizer: EIS ME AQUI, estou te esperando, FALE COMIGO, eu quero te ABENÇOAR, alinhar suas OBRAS às minhas obras, tornar seu coração mais FRUTÍFERO, deixar sua mente EQUILIBRADA, e realizar desígnios que SOZINHO você não pode conseguir....
Onde está Deus em seu tempo diário? Onde está Deus em seu estilo de vida? Será que há Deus no ATIVISMO da vida? E se Ele dissesse, "e ...."?
sexta-feira, 6 de março de 2009
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Cruz, que cruz!
Lucas 9:23 - " Jesus dizia a todos: 'Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me"
Que preciosidade há nas mensagens ditas por Jesus. Engraçado notar que em apenas uma frase, Jesus tinha o poder de descrever a moral, conduta e decisão de um modelo de vida, dito - adotado por muitos, mas na realidade, escolhido a ser vivido por pouquíssimos.
De manhã enquanto cumpria uma rotina diária normal fui tendo minha atenção despertada à prioridade que é devida àqueles que anseiam por seguir a Jesus. Contrário a minha vontade do momento, decidi abster-me de um tempo para mim a fim de dedicá-lo ao meu Deus. Foi quando por Sua palavra fui ministrado acerca da importância de TER UMA CRUZ.
Humanamente falando, todos desejamos TER algo para administrar. Muitas vezes, o sentimento de posse atinge proporções tão maiores, que a essência da existência passa a ser o possuir. Entretanto, não acredito que seja assim com a CRUZ. Talvez se fosse modelada à ouro, ou tivesse brilhantes cravejados. Se fosse vendida em joalherias famosas, servindo de adorno a um "outlook" fino, desenhado por algum tipo de estilista famoso do SPFW, por exemplo, todos gostariam e valorizariam a CRUZ.
Ocorre-me, porém, que ao ler a palavra de Deus, sinto-me responsável por uma RUDE CRUZ, que serviu para suportar o corpo daquele enviado a um plano divino de salvação, e cujas vestes eram lavadas de sangue - pouco provável de serem lançadas como moda nas passarelas. Essa cruz, apontada ao céu como "afronta e dor", contudo, traz lições eternas, que se aprendidas pela humanidade, traz soluções para as diversas irregularidades da trajetória de vida. Tal cruz, que um dia foi de responsabilidade de Jesus, traz ensinamentos de paciência e amor, jamais vendidos em "shopping centers", tampouco ensinados pela mídia hollywodiana, onde até mesmo ela, tornou-se um espetáculo para humanos vestirem-se de troféus e reconhecimentos...
"Tomar diariamente essa cruz" não contempla o radicalismo de abandonar um estilo de vida, ao contrário, prediz adequar os estilos de vida a um EXEMPLO maior, perfeito e eterno...
Para tomar essa cruz, faz-se necessário, primeiramente reconhecer a condição humana como inferior à divina, e incompleta, ao mesmo tempo, sem ela! Para tomar essa cruz, precisa TER coragem!
Seguir a Jesus não pode parecer tão fácil como seguir as tendências econômicas mundiais, ou se adequar a um modelo social e político. Se assim fosse, não seria necessária a encarnação do divino - que retoma um papel de humilhação por amor - a fim de cumprir um ritual facilmente criticado por historiadores, mas dificilmente vivenciado por humanos...
Acompanhar a Jesus signficia, acima de tudo, esquecer-se de companhias e acompanhamentos próprios a fim de tornar o Salvador o CENTRO, que acima está de todas as nossas expectativas de vida, futuro, dificuldades e/ou facilidades. Nada se compara à Ele, por isso, nada pode ser tão simples como o desejo instigado pelo estímulo, por Ele dado, a seguí-lo...
Difícil entender? Que tal negar seu próprio dia, a fim de dedicá-lo em prol do REINO CELESTIAL? Muito difícil? Talvez não seja uma opção tão já escolhida: tomar a cruz e seguir a Jesus...
Que preciosidade há nas mensagens ditas por Jesus. Engraçado notar que em apenas uma frase, Jesus tinha o poder de descrever a moral, conduta e decisão de um modelo de vida, dito - adotado por muitos, mas na realidade, escolhido a ser vivido por pouquíssimos.
De manhã enquanto cumpria uma rotina diária normal fui tendo minha atenção despertada à prioridade que é devida àqueles que anseiam por seguir a Jesus. Contrário a minha vontade do momento, decidi abster-me de um tempo para mim a fim de dedicá-lo ao meu Deus. Foi quando por Sua palavra fui ministrado acerca da importância de TER UMA CRUZ.
Humanamente falando, todos desejamos TER algo para administrar. Muitas vezes, o sentimento de posse atinge proporções tão maiores, que a essência da existência passa a ser o possuir. Entretanto, não acredito que seja assim com a CRUZ. Talvez se fosse modelada à ouro, ou tivesse brilhantes cravejados. Se fosse vendida em joalherias famosas, servindo de adorno a um "outlook" fino, desenhado por algum tipo de estilista famoso do SPFW, por exemplo, todos gostariam e valorizariam a CRUZ.
Ocorre-me, porém, que ao ler a palavra de Deus, sinto-me responsável por uma RUDE CRUZ, que serviu para suportar o corpo daquele enviado a um plano divino de salvação, e cujas vestes eram lavadas de sangue - pouco provável de serem lançadas como moda nas passarelas. Essa cruz, apontada ao céu como "afronta e dor", contudo, traz lições eternas, que se aprendidas pela humanidade, traz soluções para as diversas irregularidades da trajetória de vida. Tal cruz, que um dia foi de responsabilidade de Jesus, traz ensinamentos de paciência e amor, jamais vendidos em "shopping centers", tampouco ensinados pela mídia hollywodiana, onde até mesmo ela, tornou-se um espetáculo para humanos vestirem-se de troféus e reconhecimentos...
"Tomar diariamente essa cruz" não contempla o radicalismo de abandonar um estilo de vida, ao contrário, prediz adequar os estilos de vida a um EXEMPLO maior, perfeito e eterno...
Para tomar essa cruz, faz-se necessário, primeiramente reconhecer a condição humana como inferior à divina, e incompleta, ao mesmo tempo, sem ela! Para tomar essa cruz, precisa TER coragem!
Seguir a Jesus não pode parecer tão fácil como seguir as tendências econômicas mundiais, ou se adequar a um modelo social e político. Se assim fosse, não seria necessária a encarnação do divino - que retoma um papel de humilhação por amor - a fim de cumprir um ritual facilmente criticado por historiadores, mas dificilmente vivenciado por humanos...
Acompanhar a Jesus signficia, acima de tudo, esquecer-se de companhias e acompanhamentos próprios a fim de tornar o Salvador o CENTRO, que acima está de todas as nossas expectativas de vida, futuro, dificuldades e/ou facilidades. Nada se compara à Ele, por isso, nada pode ser tão simples como o desejo instigado pelo estímulo, por Ele dado, a seguí-lo...
Difícil entender? Que tal negar seu próprio dia, a fim de dedicá-lo em prol do REINO CELESTIAL? Muito difícil? Talvez não seja uma opção tão já escolhida: tomar a cruz e seguir a Jesus...
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Não sobre MIM, mas sobre Ele!
Em Colossenses 1:16, a palavra de Deus é enfática ao afirmar que em Deus foram criadas todas as coisas, nos céus e na terra - tanto as visíveis como as invisíveis , sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades. Tudo isso foi Ele quem criou!
Ao meditar nesse versículo, sobreveio-me uma reflexão que pode sanar as dúvidas da existência humana que muitos carregam em suas mentes e corações...
Desde muito pequeno, pergunto-me a respeito da existência. Passei a infância querendo descobrir a adolescência, que por sua vez, foi por mim vivida na ansiedade de tornar-me um jovem, capaz e habilitado a tomar decisões adultas, mesmo não possuindo toda a maturidade necessária para tal...Desde a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) até a escolha pela Universidade e curso pretendidos, minha juventude tem sido a cada dia, um "aumentar gradativo, mas irretroativo" de responsabilidades! Entretanto, paira ainda a sugestão pela qual define a existência de minha vida, assim como a existência dos bilhões de habitantes da Terra.
Pensando acerca de Colossenses, penso que deve haver um propósito para tal existência. Contudo, esse propósito deve ser muito maior e abrangente que a busca e conquista de sonhos, construção de família, aquisição de bens e equilíbrio mental e espiritual. O propósito define a satisfação pela qual alguém deseja continuar acordando para exercer atividades e dormindo para recompor energias, a fim de acordar novamente para exercer atividades, por vezes, repetidas e cansativas, mas não com sua mente nas próprias....
Descobrir o propósito de Deus para a VIDA, ou seja, para a existência consiste, basica e primeiramente, em desenvolver um relacionamento com o Criador, aquele pelo qual criou-se coisas, e para qual essas possuem sentido.
Infelizmente, não tem sido essa a opção eleita pela humidade - ao contrário, a humanidade tem preferido viver ansiosa, em busca de conquistas dotadas de habilidade em "frustra-se", de caráter efêmero e tantas vezes passageiro.
Viver (de VIDA), consiste em algo além dessa mediocridade, pois contempla enxergar além das conquistas. Já se imaginou entendendo os porquês pelos quais o Criador dos céus e da Terra, decidiu inventa, criar, gerar, por exemplo, a natureza, o homem, os desejos, as conquistas, os sentimentos etc?
Creio piamente que isso só se torna possível quando há um RELACIONAMENTO com o Criador - Deus! Quando esse relacionamento acontece, deixa-se de lado a "correria pelas x, y, z atividades de um dia" & cria-se a necessidade de empenhar-se em lançar fora toda a ansiedade, correndo assim para os braços daquele que TUDO possui, mas que espera apenas CONFIANÇA daqueles que Ele criou...
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Justiça vs Impiedade
Há algum tempo tenho estudado o livro mais vendido, interpretado, famoso e polêmico do mundo: a Bíblia! Embora haja várias opiniões acerca desse compêndio, para alguns histórico, filosófico e até mesmo literário, comungo do viez que acredita, lê, estuda e pratica os ensinamentos nele inscritos.
Pela manhã, enquanto degustava da presença gloriosa do Espírito Santo em minha oração matinal, fui ministrado a respeito da justiça de Deus e da impiedade do homem.
Por que estaria Deus se importando com praticar justiça em um mundo de homens tão impiedosos? O que seria a justiça de Deus? Para quais fins tal justiça se realizaria em uma esfera tão realisticamente montada por seres humanos redundantemente impiedosos?
Provérbios, um dos livros escritos majoritariamente (segundo recordes históricos) pelo rei Salomão, filho de Davi, da genealogia de Jesus, contempla ensinamentos preciosos ao que tange alcançar, viver e praticar SABEDORIA, por definição: conhecimento profundo das coisas*, de modo a tornar a vida um desafio mais vivo, consciente e equilibrado. Tais ensinamentos remetem no capítulo 19, versículo 3 (A estultícia do homem perverterá o seu caminho, e o seu coração se irará contra o SENHOR - vs 3) o princípio da impiedade humana, fundamentada essencialmente na estultícia, ou seja, na estupidez do homem. Mas o que seria estupidez do homem? Penso em estupidez como algo insensato, que se opõe à sabedoria e ao que tem qualidade de sábio. Conseguinte, creio que o dono de toda a sabedoria vive e reina com onisciência, chama-se DEUS, e clama-se como a única opção para o fim da natureza do homem, por vezes - secularmente (p. Hobbes) definida como má, perversa, egoísta e desumana. O princípio da virtude dá-se com sabedoria, por sua vez alcançável em Deus (pela fé **).
Fácil entender, a partir desse raciocínio, que sábio antagoniza estúpido, adjetivo que gera impiedade. A partir de então, nota-se que a natureza humana quando submetida à sabedoria divina, deixa de ser impiedosa e estúpida, passa a exercer qualidades humanamente artificiais e torna a justiça de Deus uma qualidade do equilíbrio necessário à VIDA!
Justiça de Deus, exercida é na ausência dos sentimentos piegas de uma humanidade impiedosa, para com a estultícia daqueles que não conseguem viver na irracionalidade humana, ou melhor, na sabedoria divina. Talvez seja necessário, que a cada manhã, a justiça de Deus se estabeleça primeiramente na fidelidade ao cumprimento pessoal de ensinamentos reportados em Sua palavra, para que por fim o MUNDO conheça que ser JUSTO para Deus compreende muito além dos sentimentos e desejos de retribuição do mal sofrido por outrem. Justiça é direito, direito é equidade, sendo ambos para todos os seres viventes. Basta saber de qual lado da justiça a humanidade prefere estar: se dos desejos reais, estúpidos e naturais do homem ou se da irracionalidade humana superabundada com sabedoria divina, que amortiza a natureza impiedosa dos seres viventes, ditos racionais.
Desejei por alguns instantes dessa manhã nunca ter nascido com essa natureza, porém alegrei-me em perceber e ser convencido pelo Espírito de Deus que minha natureza não é mais forte que a natureza de Deus, e que meu único dever é de subordinar meu ego e minhas vontades à vontade perfeita, soberana, justa, igual, discipuladora e divina do Todo Poderoso, que vive e reina por séculos sem fim, que é o mesmo desde ontem , hoje e será para sempre - DEUS! Porque desejar a justiça é divino, mas cultivar impiedade mostra-se meramente humano...
Pr. JF
Pela manhã, enquanto degustava da presença gloriosa do Espírito Santo em minha oração matinal, fui ministrado a respeito da justiça de Deus e da impiedade do homem.
Por que estaria Deus se importando com praticar justiça em um mundo de homens tão impiedosos? O que seria a justiça de Deus? Para quais fins tal justiça se realizaria em uma esfera tão realisticamente montada por seres humanos redundantemente impiedosos?
Provérbios, um dos livros escritos majoritariamente (segundo recordes históricos) pelo rei Salomão, filho de Davi, da genealogia de Jesus, contempla ensinamentos preciosos ao que tange alcançar, viver e praticar SABEDORIA, por definição: conhecimento profundo das coisas*, de modo a tornar a vida um desafio mais vivo, consciente e equilibrado. Tais ensinamentos remetem no capítulo 19, versículo 3 (A estultícia do homem perverterá o seu caminho, e o seu coração se irará contra o SENHOR - vs 3) o princípio da impiedade humana, fundamentada essencialmente na estultícia, ou seja, na estupidez do homem. Mas o que seria estupidez do homem? Penso em estupidez como algo insensato, que se opõe à sabedoria e ao que tem qualidade de sábio. Conseguinte, creio que o dono de toda a sabedoria vive e reina com onisciência, chama-se DEUS, e clama-se como a única opção para o fim da natureza do homem, por vezes - secularmente (p. Hobbes) definida como má, perversa, egoísta e desumana. O princípio da virtude dá-se com sabedoria, por sua vez alcançável em Deus (pela fé **).
Fácil entender, a partir desse raciocínio, que sábio antagoniza estúpido, adjetivo que gera impiedade. A partir de então, nota-se que a natureza humana quando submetida à sabedoria divina, deixa de ser impiedosa e estúpida, passa a exercer qualidades humanamente artificiais e torna a justiça de Deus uma qualidade do equilíbrio necessário à VIDA!
Justiça de Deus, exercida é na ausência dos sentimentos piegas de uma humanidade impiedosa, para com a estultícia daqueles que não conseguem viver na irracionalidade humana, ou melhor, na sabedoria divina. Talvez seja necessário, que a cada manhã, a justiça de Deus se estabeleça primeiramente na fidelidade ao cumprimento pessoal de ensinamentos reportados em Sua palavra, para que por fim o MUNDO conheça que ser JUSTO para Deus compreende muito além dos sentimentos e desejos de retribuição do mal sofrido por outrem. Justiça é direito, direito é equidade, sendo ambos para todos os seres viventes. Basta saber de qual lado da justiça a humanidade prefere estar: se dos desejos reais, estúpidos e naturais do homem ou se da irracionalidade humana superabundada com sabedoria divina, que amortiza a natureza impiedosa dos seres viventes, ditos racionais.
Desejei por alguns instantes dessa manhã nunca ter nascido com essa natureza, porém alegrei-me em perceber e ser convencido pelo Espírito de Deus que minha natureza não é mais forte que a natureza de Deus, e que meu único dever é de subordinar meu ego e minhas vontades à vontade perfeita, soberana, justa, igual, discipuladora e divina do Todo Poderoso, que vive e reina por séculos sem fim, que é o mesmo desde ontem , hoje e será para sempre - DEUS! Porque desejar a justiça é divino, mas cultivar impiedade mostra-se meramente humano...
Pr. JF
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